Notícias

A conta está chegando: quem não organizar o passado vai pagar mais caro no futuro

Por: José Carlos Carvalho A discussão sobre a compensação do ICMS e os movimentos recentes do Governo em torno da Reforma Tributária deixam uma mensagem muito clara para o setor produtivo: o sistema está mudando, os fluxos de crédito estão sendo redesenhados e o tempo para arrumar a casa está acabando. O discurso oficial é de transição “organizada”. A realidade prática, porém, é outra: cada mudança estrutural em tributos no Brasil sempre veio acompanhada de disputas, glosas, revisões de critérios e fechamento de janelas de oportunidade. A conta está chegando: quem não organizar o passado vai pagar mais caro no futuro E quem não se antecipa, invariavelmente, fica com o prejuízo. O que está realmente em jogo A Reforma Tributária não é apenas a troca de cinco tributos por dois. Ela é, na prática: Uma reorganização completa do estoque de créditos no país Uma revisão silenciosa de benefícios, incentivos e compensações Uma mudança profunda na lógica de fiscalização e de controle do Fisco Quando o governo começa a falar em compensação de ICMS, encontros de contas e rearranjo federativo, o recado é direto: O passado está sendo reaberto. E ele será reexaminado. O erro clássico: olhar só para frente e esquecer o retrovisor A maioria das empresas e entidades está olhando apenas para: IBS CBS Alíquotas futuras Split payment Cashback Novos regimes Mas quase ninguém está olhando para onde realmente está o dinheiro hoje: Créditos acumulados Tributos pagos indevidamente Benefícios mal aproveitados Teses não exploradas Enquadramentos errados mantidos por anos É aí que mora o risco — e também a oportunidade. O caso típico das concessionárias e dos supermercados Sem citar nomes, mas citando situações absolutamente corriqueiras: Concessionárias: ICMS pago a maior em operações específicas PIS e COFINS incidindo onde não deveriam Créditos ignorados por erro de interpretação histórica Benefícios estaduais subutilizados ou mal classificados Supermercados: Créditos de PIS/COFINS desperdiçados Tributação indevida em partes relevantes da operação Estoques enormes de valores “enterrados” na contabilidade Classificações fiscais feitas por excesso de conservadorismo Em ambos os casos, a história se repete: Quando o sistema muda, o Fisco fica mais duro com o passado. O novo ambiente: menos tolerância, mais cruzamento de dados Com: CBS IBS Nota fiscal nacional Crédito financeiro amplo Fiscalização integrada …o espaço para: teses não exercidas, créditos não apropriados, revisões retroativas fica menor. E o risco de: glosa, questionamento, perda definitiva do direito fica maior. A pergunta que todo empresário deveria estar se fazendo agora Se eu tivesse que “fechar a conta” com o Fisco hoje, eu estaria credor ou devedor? A maioria não sabe responder. E isso é exatamente o problema. A última grande janela antes da virada de sistema Toda grande reforma tributária no Brasil cria um fenômeno conhecido: O período em que ainda é possível organizar o passado antes que o novo sistema torne isso muito mais difícil. Esse período é agora. Depois que: a transição estiver madura, os sistemas estiverem consolidados, e os critérios estiverem rigidamente definidos, …o espaço para recuperação e correção diminui drasticamente. Conclusão: quem não fizer o dever de casa vai financiar o sistema novo com dinheiro velho A Reforma Tributária promete simplificar o futuro. Mas ela não perdoa o passado. Empresas e entidades que: não revisarem seus créditos, não revisarem seus recolhimentos, não revisarem seus enquadramentos, não organizarem seus estoques de valores, …correm o risco real de: Entrar no novo sistema já tendo perdido dinheiro no sistema antigo. Para concessionárias, supermercados e qualquer empresa de médio ou grande porte, a mensagem é simples e direta: O tempo está correndo. E a conta vai chegar. Confira outras novidades no nosso site Nós, do escritório Oliveira & Carvalho, trabalhamos para oferecer o serviço de consultoria tributária para empresas. Para isso, contamos com uma equipe de tributaristas, advogados, gestores, ex-auditores fiscais e professores de renomadas instituições de ensino. Buscamos a otimização de recursos com geração de caixa, redução de custos e mitigação de riscos fiscais. Além disso, oferecemos aos nossos clientes um portfólio de projetos exclusivos. Somos reconhecidos por nossa competência técnica e pela efetividade dos serviços prestados por nossos especialistas. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossa atuação.

Por: José Carlos Carvalho

A discussão sobre a compensação do ICMS e os movimentos recentes do Governo em torno da Reforma Tributária deixam uma mensagem muito clara para o setor produtivo: o sistema está mudando, os fluxos de crédito estão sendo redesenhados e o tempo para arrumar a casa está acabando.

O discurso oficial é de transição “organizada”. A realidade prática, porém, é outra: cada mudança estrutural em tributos no Brasil sempre veio acompanhada de disputas, glosas, revisões de critérios e fechamento de janelas de oportunidade.

A conta está chegando: quem não organizar o passado vai pagar mais caro no futuro

E quem não se antecipa, invariavelmente, fica com o prejuízo.

O que está realmente em jogo

A Reforma Tributária não é apenas a troca de cinco tributos por dois. Ela é, na prática:

  • Uma reorganização completa do estoque de créditos no país
  • Uma revisão silenciosa de benefícios, incentivos e compensações
  • Uma mudança profunda na lógica de fiscalização e de controle do Fisco

Quando o governo começa a falar em compensação de ICMS, encontros de contas e rearranjo federativo, o recado é direto:

O passado está sendo reaberto. E ele será reexaminado.

O erro clássico: olhar só para frente e esquecer o retrovisor

A maioria das empresas e entidades está olhando apenas para:

  • IBS
  • CBS
  • Alíquotas futuras
  • Split payment
  • Cashback
  • Novos regimes

Mas quase ninguém está olhando para onde realmente está o dinheiro hoje:

  • Créditos acumulados
  • Tributos pagos indevidamente
  • Benefícios mal aproveitados
  • Teses não exploradas
  • Enquadramentos errados mantidos por anos

É aí que mora o risco — e também a oportunidade.

O caso típico das concessionárias e dos supermercados

Sem citar nomes, mas citando situações absolutamente corriqueiras:

Concessionárias:

  • ICMS pago a maior em operações específicas
  • PIS e COFINS incidindo onde não deveriam
  • Créditos ignorados por erro de interpretação histórica
  • Benefícios estaduais subutilizados ou mal classificados

Supermercados:

  • Créditos de PIS/COFINS desperdiçados
  • Tributação indevida em partes relevantes da operação
  • Estoques enormes de valores “enterrados” na contabilidade
  • Classificações fiscais feitas por excesso de conservadorismo

Em ambos os casos, a história se repete:

Quando o sistema muda, o Fisco fica mais duro com o passado.

O novo ambiente: menos tolerância, mais cruzamento de dados

Com:

  • CBS
  • IBS
  • Nota fiscal nacional
  • Crédito financeiro amplo
  • Fiscalização integrada

…o espaço para:

  • teses não exercidas,
  • créditos não apropriados,
  • revisões retroativas

fica menor.

E o risco de:

  • glosa,
  • questionamento,
  • perda definitiva do direito

fica maior.

A pergunta que todo empresário deveria estar se fazendo agora

Se eu tivesse que “fechar a conta” com o Fisco hoje, eu estaria credor ou devedor?

A maioria não sabe responder.

E isso é exatamente o problema.

A última grande janela antes da virada de sistema

Toda grande reforma tributária no Brasil cria um fenômeno conhecido:

O período em que ainda é possível organizar o passado antes que o novo sistema torne isso muito mais difícil.

Esse período é agora.

Depois que:

  • a transição estiver madura,
  • os sistemas estiverem consolidados,
  • e os critérios estiverem rigidamente definidos,

…o espaço para recuperação e correção diminui drasticamente.

Conclusão: quem não fizer o dever de casa vai financiar o sistema novo com dinheiro velho

A Reforma Tributária promete simplificar o futuro.

Mas ela não perdoa o passado.

Empresas e entidades que:

  • não revisarem seus créditos,
  • não revisarem seus recolhimentos,
  • não revisarem seus enquadramentos,
  • não organizarem seus estoques de valores,

…correm o risco real de:

Entrar no novo sistema já tendo perdido dinheiro no sistema antigo.

Para concessionárias, supermercados e qualquer empresa de médio ou grande porte, a mensagem é simples e direta:

O tempo está correndo. E a conta vai chegar.

Confira outras novidades no nosso site

Nós, do escritório Oliveira & Carvalho, trabalhamos para oferecer o serviço de consultoria tributária para empresas. Para isso, contamos com uma equipe de tributaristas, advogados, gestores, ex-auditores fiscais e professores de renomadas instituições de ensino.

Buscamos a otimização de recursos com geração de caixa, redução de custos e mitigação de riscos fiscais. Além disso, oferecemos aos nossos clientes um portfólio de projetos exclusivos.

Somos reconhecidos por nossa competência técnica e pela efetividade dos serviços prestados por nossos especialistas. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossa atuação.